08/02/2018 às 17h22min - Atualizada em 08/02/2018 às 17h22min

Sindicatos Rurais do Norte de MS se unem em grupo para fortalecer demandas da região

Ao todo treze sindicatos se uniram na busca por melhorias e solicitações dos produtores rurais

CR EM FOCO
Construir estratégias para buscar soluções e fortalecer ações para as demandas e melhorias do agronegócio local, foi com essa premissa que surgiu a união dos Sindicatos da Região Norte de Mato Grosso do Sul. O grupo que possui participação de treze Sindicatos da Região teve início em 2013 com a iniciativa do Sindicato Rural de Rio Verde.
 
“Comecei visitando os Sindicatos assim que fui eleito, conversei com os presidentes e anotei a sugestão de todos, havia essa vontade de se unir para termos mais peso em nossas solicitações, foi então que quando cheguei a São Gabriel o Presidente do Sindicato local, Julio Bortolini, se prontificou a ajudar, surgindo então nossa primeira reunião e os primeiros passos a favor dos interesses dos nossos produtores rurais”, explica Niuto Pereira de Souza, ex presidente do Sindicato Rural de Rio Verde.
Desde então foram 50 ofícios emitidos a diversos órgãos, entidades e lideranças do agronegócio, entre eles o Governo do Estado e a Famasul. “O nosso principal objetivo é sermos ouvidos, é termos nossas solicitações atendidas ou pelo menos que elas façam parte da pauta dessas lideranças, porque nós sabemos onde está o problema, onde o produtor rural precisa de apoio e auxílio, e quanto maior proporção essas demandas tiverem, mais rapidamente serão atendidas”, enfatiza Julio Bortolini, presidente do Sindicato Rural de São Gabriel.
 
Além de Rio Verde e São Gabriel, o grupo é formado também por Alcinópolis, Bandeirantes, Camapuã, Coxim, Chapadão do Sul, Costa Rica, Figueirão, Jaraguari, Pedro Gomes, Rio Negro e Sonora. Para o atual presidente do grupo e também presidente do Sindicato Rural de Camapuã, Saturnino Pereira, a iniciativa é uma demonstração de que a região por ser uma das principais produtoras do Estado precisa e deve se fortalecer cada vez mais.
 
“Queremos o que é de interesse de quem está no campo, de quem produz. Seja no âmbito jurídico como nos casos das desapropriações, tributário como o ITR e mais recentemente Funrural, ou de falta de estrutura, seja na parte de fornecimento de energia ou no estado de calamidade que se encontram nossas estradas, queremos é que o produtor tenha melhores condições para trabalhar, se manter e por consequência manter nossa economia. Não podemos e não iremos ficar de braços cruzados, afinal é pra isso que existimos”, finaliza o presidente.

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